Um alerta!

(*) Por  Nanda Bezerra

Recebi esse relato por e-mail, achei muito forte, pois eu também já estive em situações semelhantes da Patrícia…

Uma época onde todos os meus amigos fumavam maconha ou cheiravam cocaína.

Eu e o Júnior já éramos amigos na época e os únicos “caretas” , como eles nos chamavam, pois nunca tínhamos nem provado.

Um dia uma “amiga” estava tentando me convencer:

“Nanda, você tem que pelo menos experimentar! Como você pode dizer que não gosta de uma coisa, se você nunca experimentou?”

Sabe qual foi minha resposta?

Curta e grossa… “Eu nunca comi coco, mas eu sei que não presta!”

Eu era jovem e muito influenciável, mas graças a Deus, neste assunto eu era bem definida…

Drogas não era o meu problema ainda, mas em outros assuntos, não era tão categórica…

Se não fosse Jesus, eu teria tido o mesmo fim que a Patrícia.

É sempre bom lembrar-nos de onde viemos, de onde o nosso Deus nos tirou.

Acompanhe o relato de Patrícia:

“Meu nome é Patrícia, tenho 17 anos, e encontro-me no momento quase sem forças, mas pedi para a enfermeira Dane, minha amiga, escrever esta carta que será endereçada aos jovens de todo o Brasil, antes que seja tarde demais:

Eu era uma jovem ‘sarada’, criada em uma excelente família de classe média alta Florianópolis. Meu pai é Engenheiro Eletrônico de uma grande estatal e procurou sempre para mim e para meus dois irmãos dar tudo de bom e o que tem de melhor, inclusive liberdade que eu nunca soube aproveitar.

Aos 13 anos participei e ganhei um concurso para modelo e manequim para a Agência Kasting e fui até o final do concurso que selecionou as novas Paquitas do programa da Xuxa.

Fui também selecionada para fazer um Book na Agência Elite em São Paulo.

Sempre me destaquei pela minha beleza física, chamava a atenção por onde passava.

Estudava no melhor colégio de ‘Floripa’, Coração de Jesus. Tinha todos os

garotos do colégio aos meus pés.

Nos finais de semana freqüentava shopping, praias, cinema, curtia com minhas amigas tudo o que a vida tinha de melhor a oferecer às pessoas saradas, física e mentalmente.

Porém, como a vida nos prega algumas peças, o meu destino começou a mudar em outubro de 2004. Fui com uma turma de amigos para a OKTOBERFEST em Blumenau.

Os meus pais confiavam em mim e me liberaram sem mais apego. Em Blumenau, achei tudo legal, fizemos um esquenta no ‘Bude’, famoso barzinho na Rua XV.

À noite fomos ao ‘PROEB’ e no ‘Pavilhão Galego’ tinha um show maneiro da Banda Cavalinho Branco.

Aquela movimentação de gente era “trimaneira”.

Eu já tinha experimentado algumas bebidas, tomava escondido da minha mãe o Licor Amarula, mas nunca tinha ficado bêbada.

Na quinta feira, primeiro dia da OKTOBER, tomei o meu primeiro porre de CHOPP.

Que sensação legal! curti a noite inteira ‘doidona’. Beijei uns 10 carinhas, inclusive minhas amigas colocavam o CHOPP numa mamadeira misturado com guaraná para enganar os ‘meganha’, porque menor não podia beber,  mas,  a gente bebeu a noite inteira e os ‘otários’ não percebiam.

Lá pelas 4h da manhã, fui levada ao Posto Médico, quase em coma alcoólico, numa maca dos Bombeiros.

Deram-me umas injeções de glicose para melhorar.

Quando fui ao apartamento quase ‘vomitei as tripas’, mas o meu grito de liberdade estava dado.

No dia seguinte aquela dor de cabeça horrível, um mal estar daqueles como tensão pré-menstrual.

No sábado conhecemos uma galera de S. Paulo, que alugaram um “AP”  no mesmo prédio. Nem imaginava que naquele dia eu estava sendo apresentada ao meu futuro assassino.

Bebi um pouco no sábado, a festa não estava legal, mas lá pelas 5h30  da manhã fomos ao ‘ap’ dos garotos para curtir o restante da noite. Rolou de tudo e fui apresentada ao famoso baseado ‘Cigarro de Maconha’, que me ofereceram.

No começo resisti, mas chamaram a gente de ‘Catarina careta’, mexeram com nossos brios e acabamos experimentando. Fiquei com uma sensação esquisita, de baixo astral, mas no dia seguinte antes de ir embora experimentei novamente.

O garoto mais velho da turma o ‘Marcos’, fazia carreirinha  e cheirava um pó branco que descobri ser cocaína. Ofereceram-me, mas não tive coragem naquele dia.

Retornamos a ‘Floripa’ mas percebi que alguma coisa tinha mudado, eu sentia a necessidade de buscar novas experiências, e não demorou muito para eu novamente deparar-me com meu assassino ‘DRUGS’.

Aos poucos, meus melhores amigos foram se afastando quando comecei a me envolver com uma galera da pesada, e sem perceber, eu já era uma dependente química, a partir do momento que a droga começou a fazer parte do meu cotidiano.

Fiz viagens alucinantes, fumei maconha misturada com esterco de cavalo, experimentei cocaína misturada com um monte de porcaria.

Eu e a galera descobrimos que misturando cocaína com sangue o efeito dela ficava mais forte, e aos poucos não compartilhávamos a seringa e sim, o sangue que cada um cedia para diluir o pó.

No início a minha mesada cobria os meus custos com as malditas, porque a galera repartia e o preço era acessível. Comecei a comprar a ‘branca’ a R$ 10,00 o grama, mas não demorou muito para conseguir somente a R$20,00 a boa, e eu precisava no mínimo de 5 doses diárias.

Saía na sexta-feira e retornava aos domingos com meus ‘novos amigos’. Às vezes a gente conseguia o ‘extasy’, dançávamos nos ‘Points’ a noite inteira e depois… farra!

O meu comportamento tinha mudado em casa, meus pais perceberam, mas no início eu disfarçava e dizia que eles não tinham nada a ver com a minha vida…

Comecei a roubar em casa pequenas coisas para vender ou trocar por drogas… Aos poucos o dinheiro foi faltando e para conseguir grana fazia programas com uns velhos que pagavam bem.

Sentia nojo de vender o meu corpo, mas era necessário para conseguir dinheiro. Aos poucos toda a minha família foi se desestruturando.

Fui internada diversas vezes em Clínicas de Recuperação.

Meus pais, sempre com muito amor, gastavam fortunas para tentar reverter o quadro.

Quando eu saía da Clínica agüentava alguns dias, mas logo estava me picando novamente. Abandonei tudo: escola,bons amigos e família.

Em dezembro de 2007 a minha sentença de morte foi decretada; descobri que havia contraído o vírus da AIDS, não sei se me picando, ou através de relações sexuais muitas vezes sem camisinha.

Devo ter passado o vírus a um montão de gente, porque os homens pagavam mais para transar sem camisinha.

Aos poucos os meus valores, que só agora reconheço, foram acabando, família, amigos, pais, religião, Deus, até Deus, tudo me parecia ridículo.

Meu pai e minha mãe fizeram tudo, por isso nunca vou deixar de amá-los.

Eles me deram o bem mais precioso que é a vida e eu a joguei pelo ralo.

Estou internada, com 24 kg, horrível, não quero receber visitas porque não podem me ver assim, não sei até quando sobrevivo, mas do fundo do coração peço aos jovens que não entrem nessa viagem maluca…

Você com certeza vai se arrepender,  assim como eu, mas percebo que é tarde demais pra mim.”

OBS: Patrícia encontrava-se internada no Hospital

Universitário de Florianópolis e a enfermeira Danelise,

que cuidava de Patrícia, veio a comunicar que Patrícia

veio a falecer 14 horas mais tarde depois que escreveram

essa carta, de parada cardíaca respiratória em consequência da Aids.

* Texto retirado do blog de Nanda Bezerra

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Força Jovem Bezerros lutando contra as drogas

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Recentemente, a equipe do Força Jovem Bezerros, através do Projeto Dose Mais forte, realizou uma palestra de conscientização com o tema: Crack – tire essa pedra do seu caminho, para os alunos da Escola Estadual Eurico Queiróz no município de Bezerros.

Na oportunidade estiveram presentes alunos do Ensino Médio, Projeto Travessia e do Projeto EJA (Educação de Jovens e Adultos), além de professores, coordenadores e membros da direção da escola.

Com o objetivo de alertar e informar a todos os presentes sobre os riscos que o crack traz ao usuário e à sociedade em geral, a palestra tratou de temas como as causas do vício, a ação da substância no organismo, os danos sofridos pelas famílias e a associação da droga à violência.

Ao final, foi exibido um vídeo com fotos da cantora britânica Amy Whinehouse, que teve a sua história estampada na mídia internacional e sua vida precocemente interrompida pelo consumo excessivo das drogas; além de levar todos os que estavam ali a refletirem sobre as seguintes questões: De quem é essa responsabilidade? O que podemos fazer para contribuir nesse combate e, vale a pena experimentar?

Todos aprovaram a iniciativa e na oportunidade foram colhidos vários depoimentos, como o da aluna Lucidalva Bezerra (2ºD), que disse: “Foi ótimo! Tenho uma filha de 12 anos e hoje recebi muitas informações importantes para que possa alertá-la sobre os riscos dessa droga.” Ou o da aluna Maria Aparecida (EJA 4B), que completou:” Acho muito importante que sempre se divulgue temas assim. Excelente.”

Na saída, a equipe do Força Jovem Bezerros foi parabenizada pelas coordenadoras da instituição Kátia e Cida que estiveram presentes nas duas sessões da palestra: ” A iniciativa é válida, principalmente diante da situação atual em que vemos até pessoas que deveriam estar combatendo e que acabam envolvidas com as drogas. Por isso uma palavra de otimismo para esses jovens é muito importante.”

O Força Jovem Bezerros está sediado na Rua Sigismundo Gonçalves, nº 120 – centro. E essa foi mais uma importante ação do projeto Dose Mais Forte realizada na cidade.

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Unidos por uma só causa

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Força Jovem Brasil reúne milhares de pessoas em show beneficente contra o crack, em Recife (PE)

A tarde de sábado (28) em Recife (PE) ficou marcada na vida de milhares de jovens pernambucanos que compareceram ao grande evento “Crack, tire essa pedra do seu caminho”, promovido pela Força Jovem Brasil (FJB). O show beneficente, que ocorreu no Parque 13 de Maio, região central da cidade, reuniu todos em prol de uma única mobilização: combater às drogas. O dia também foi marcado por muita alegria, animação e, sobretudo, transformação de vida.

O evento é a continuidade da campanha realizada em janeiro do ano passado, onde em todo o País foram realizadas passeatas com o intuito de levar prevenção a todos. Na abertura, a Banda Toque de Fé levantou a multidão com o som de suas canções. Nem mesmo o sol de 30 graus foi capaz de conter o ânimo da galera que, vestindo a camisa da campanha e empunhando faixas, mostrou para todos que, para ser feliz, não é necessário fazer uso de nenhum tipo de entorpecente.

Enquanto as atrações musicais se apresentavam, muita gente visitava a tenda Dose Mais Forte, onde recebiam informações sobre às drogas e como elas podem destruir vidas. A equipe de expositores, formada por ex-dependentes químicos ressocializados através dos projetos desenvolvidos pela FJB, contavam suas experiências negativas.

Caravanas vindas dos mais diversos bairros da capital, cidades próximas e interior do estado abrilhantaram ainda mais o cenário do evento. Um momento marcante foi a apresentação da Companhia de Teatro Impacto que, através de encenações, retratou os perigos das drogas na vida dos jovens. A peça foi aplaudida e emocionou o público presente. Além de servir para conscientizar a juventude sobre o malefício do crack, o show beneficente também arrecadou alimentos não perecíveis, que serão encaminhadas a instituições carentes como asilos, creches e casas de recuperação de dependentes químicos.

Durante o evento, o coordenador da FJB no estado, pastor Julio Cesar, realizou uma corrente de oração, determinando a libertação de todos. Para ele, eventos como esse servem como atrativo para os jovens, a fim de que eles encontrem forças em Deus para abandonar os vícios. “Conseguimos reunir milhares de pessoas para serem conscientizadas a respeito de um dos maiores problemas da juventude: os perigos do crack. Esse evento nacional foi a oportunidade perfeita para mostrar o trabalho que o Força Jovem vem desenvolvendo aqui no estado de Pernambuco. Porque unidos somos mais fortes, e ser jovem é nunca deixar de sonhar”, afirmou.

Reintegrados à sociedade

Mais que conscientizar sobre os perigos das drogas, a FJB mostrou seu papel na recuperação de viciados. Os ex-dependentes químicos Jeferson Celestino, de 21 anos, e Selma Regina, de 22, contaram suas histórias de sofrimento e angústias em meio aos vícios, e a liberdade que desfruta hoje.

Por mais de quatro anos, Jeferson esteve envolvido na criminalidade e no tráfico de drogas, chagando a realizar mais de 500 assaltos. “Tudo começou quando aos 14 anos entrei para a vida errada. A partir daí me tornei um dependente da maconha e do crack”, lembra o jovem, que chegou a ser preso e temido na comunidade onde morava.

Já Selma, foi garota de programa. “Era totalmente perturbada. Passava as noites nos bares bebendo, me drogando, sem contar que me prostituía por dinheiro”. Um forte vazio na alma fez com que a jovem buscasse nas drogas e na prostituição algo que preenchesse o seu interior. Mas, sem perceber, cada dia ia trilhando por caminho que, num futuro bem próximo, há levaria ao fundo do poço. Após anos de sofrimentos, ambos conheceram o trabalho da Força Jovem e tiveram suas vidas transformadas.

Ao final do evento, a Banda Toque de Fé embalou a multidão que, animada, são se deixou conter, fechando o evento com chave de ouro.

Colaborou: Pedro Henrique Cunha

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A NOVA DROGA DO MOMENTO “KROKODIL”

Como você se vê? Reflita sobre esta pergunta e responda a si mesmo se aquilo que tem feito condiz com a sua vida e com a forma que a tem conduzido.

Todo o mundo sabe os estragos que as drogas causam. Até mesmo as lícitas, como o álcool e o cigarro.

Mas, agora, uma nova droga surge na Rússia. Chamada ‘krokodil’, o entorpecente é bem barato, mas não menos perigoso. Aliás, o seu efeito tem consequências terríveis no organismo do usuário.

O krokodil, que recebeu este nome devido ao aspecto da pele após o uso, é produzido a partir de um analgésico. O medicamento é sintetizado e passa por um processo químico junto com outras substâncias nocivas, entre elas, o solvente, a gasolina e o ácido, por exemplo.

O uso é injetável, e no local da aplicação a pele fica totalmente necrosada. Em outras palavras, apodrecida. Inicialmente, a epiderme assume um tom esverdeado e uma aparência de escamas, como de um crocodilo. Em seguida, essa pele podre começa a descamar e a cair. E depois que é consumida, os músculos e ossos também são atingidos, ficando completamente expostos.

A baixa autoestima e a falta de perspectiva são apenas algumas causas e/ou consequências que as drogas trazem na à vida dos que a consomem. No entanto, e as pessoas que não se drogam e, ainda assim, sofrem com a falta do amor próprio?

Há as mulheres que, devido ao término de um relacionamento amoroso, deixam de olhar para a própria vida e só o que enxergam é a vida do ex-companheiro. Elas param de se cuidar, esquecem-se de seus sonhos e se entregam à tristeza. Em outros casos, pessoas que perderam o emprego ou faliram, mergulham na depressão e até pensam em suicídio.

Como resolver essas situações de desespero? Como acreditar que as únicas soluções que surgem para os problemas, como a morte, a depressão e as drogas, na verdade são falsas?

Reflita nisto: “Há esperança para o seu futuro.” Jeremias 31.17

Se você tem se agredido de alguma maneira e por qualquer razão, aquilo que você espera não morreu, e está aguardando uma reação para chegar às suas mãos.

Por Jaqueline Corrêa arcauniversal
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CRACK Tire esta Pedra do seu Caminho

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Dose Mais Forte – Em ação – #SOUDAFJB

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Dose Mais Forte participa do laçamento da campanha “Pernambuco Contra o Crack”

O programa Dose Mais Forte, participou na manhã desta última quinta-feira do lançamento da campanha Pernambuco contra o crack. A campanha do Ministério Público de Pernambuco(MPPE), tem exatamente essa finalidade: combater o consumo de crack e outras drogas nocivas, que geram sérios problemas para toda a sociedade.

Na abertura da solenidade, que fez parte da programação alusiva à Semana do Ministério Público, o procurador-geral de Justiça, Dr. Aguinaldo Fenelon de Barros, ressaltou ter chegado a hora de dar um basta no crack. “É necessário lutar contra esse mal. Por isso, convidamos, neste evento, toda a sociedade civil organizada para discutir a necessidade de combater essa e outras drogas”, argumentou.

O deputado Ossesio Silva, convidado para participar da mesa de honra, representou a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), e ressaltou, durante o evento, a importância da campanha e parabenizou a iniciativa do MPPE e a parceria das demais instituições no que diz respeito ao enfrentamento ao crack. “Quando enfrentamos o crack, também estamos enfrentando aqueles que fazem com que essa droga chegue aos nossos jovens, aos lares. E esta é uma iniciativa importantíssima” pontou Ossesio.

O representante do programa Dose Mais Forte, Almir Calazans, do projeto Força Jovem Pernambuco, da IURD, também esteve presente no evento “ Devemos nos unir para combater esse câncer social, o Ministério Público está de parabéns pela campanha” disse Almir. Várias autoridades locais também participaram do evento, entre elas, os promotores de justiça Carlos Seabra, Paulo Augusto, Edson José Guerra, a coordenadora-geral do Programa Atitude, representando a Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos de Pernambuco, Catarina Medeiros, O chefe de gabinete da Secretaria de Defesa Social, delegado Cláudio Borba Filho, O chefe da Delegacia de Entorpecentes e Narcotráfico, da Polícia Federal, a coordenadora do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça em Defesa da Criança e do Adolescente, promotora de Justiça Ana Carolina e o deputado estadual Júlio Cavalcanti.


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A Dose Mais Forte

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